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31/07/2010
ARTIGOS

30/7/2010
Mídia banaliza violência e Estado é negligente

Taeco Carignato -

A rede midiática continua com o seu excesso de violência, dos filmes e seriados ao noticiário. Os noticiários matinais das TVs viraram páginas policiais. Repetem continuamente os casos mais badalados das páginas policiais a ponto de fazer da violência - em todos os sentidos desde os acidentes envolvendo famosos e anônimos até os crimes escabrosos - parte do nosso cotidiano como se fossem acontecimentos banais. Ligamos a TV para ver como está o trânsito e lá vem a imagem de um acidente arrepiante. Para saber sobre o tempo, é melhor abrir a janela. Visualizar Artigo

 

30/7/2010
Se tudo fosse igual

Emir Sader - Sociólogo

Há uma tese que corre em setores políticos distintos que, pelos equívocos que contém e pelas conseqüências desastrosas que gera, deve ser analisada com precisão. É a tese de que o PT e o PSDB seriam a mesma coisa, assim como os governos do FHC e do Lula. Visualizar Artigo

 

30/7/2010
Por que os homens matam as mulheres

Michela Marzano - Filósofa italiana, doutora em filosofia pela Scuola Normale Superiore di Pisa e atual professora da Universidade de Paris V ( René Descartes).

Eles continuam sendo chamados de crimes passionais. Porque o motivo seria o amor. Aquele que não tolera incertezas e falhas. Aquele que é exclusivo e único. Aquele que leva o assassino a matar a mulher ou a companheira justamente porque a ama. Como diz Don José na obra de Bizet antes de matar a amante: "Fui eu que matei a minha amada Carmen". Mas o que resta do amor quando a vítima nada mais é do que um objeto de posse e de ciúmes? Que papel ocupa a mulher dentro de uma relação doente e obsessiva que a priva de toda a autonomia e liberdade? Durante séculos, o "despotismo doméstico", como chamava o filósofo inglês John Stuart Mill no século XIX, foi justificado em nome da superioridade masculina. Dotadas de uma natureza irracional, "uterina", e úteis somente – ou principalmente – para a procriação e para a gestão da vida domésticas, as mulheres tinham que aceitar aquilo que os homens decidiam para elas (e para o seu bem) e submeter-se à vontade do "pater familias". Visualizar Artigo

 

30/7/2010
Carta aos candidatos, sobre a utopia do possível

Marilza de Melo Foucher - Doutora em Economia, especializada em desenvolvimento territorial integrado e sustentável.

Um eleitor ou uma eleitora assume o exercício da cidadania política não somente com o voto no dia da eleição. Ele, ela pode influir no debate político atual. Tendo em vista que hoje o Brasil conta com uma malha importante de comunicação virtual, cada um e cada uma pode sugerir aos candidatos sua visão de Brasil. Visualizar Artigo

 

29/7/2010
Liberdade de Expressão X Liberdade de Imprensa: anacronias de nossos tempos

Diogo Moyses -

Não há confusão que resista à boa-fé intelectual, especialmente após a leitura de “Liberdade de Expressão X liberdade de Imprensa”, de Venício Lima (foto). O autor vai inclusive à origem política e filosófica da liberdade de expressão, jogando por terra a afirmação de que os autores geralmente invocados pelos grandes empresários de mídia do país – como John Stuart Mill e John Milton – referendariam a tese da “sanha regulatória” do Estado brasileiro neste início de século. O artigo é de Diogo Moyses. Visualizar Artigo

 

29/7/2010
Como uma inconveniente legislação deixou as eleições sem graça

Marcos Coimbra - Sociólogo, é presidente do Instituto Vox Populi

Quem quiser sustentar a tese de que nossa legislação eleitoral é satisfatória terá poucos motivos. Salta aos olhos da maioria do país que ela é inconveniente e que já é mais que hora de mudá-la em profundidade. Só por conveniência a defendem. Ninguém acha, com sinceridade, que seja boa, e, quando alguém finge admirá-la, é por puro oportunismo. Visualizar Artigo

 

29/7/2010
Na ilha de Patmos

Elaine Tavares - Jornalista

Lembrei de nossa América Latina, dos templos maias, astecas e incas, todos derrubados, dando lugar a igrejas. Visualizar Artigo

 

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