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Dieese propõe medidas para sistema financeiro enfrentar pandemia da Covid-19

Na nota técnica, o Dieese reforça que as propostas foram formuladas entre os dias 18 e 20 de março em virtude da excepcionalidade da situação. Portanto, podem ser constantemente atualizadas, conforme necessidade

 

Também em regime de teletrabalho, a equipe técnica do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) publicou, na ultima quarta-feira, dia 25, a nota técnica nº 228. O documento traz propostas de medidas emergenciais a serem adotadas pelo Sistema Financeiro Nacional em razão da crise do Coronavírus (Covid-19).

No documento, a entidade reforça que as medidas adotadas até agora pelo governo são insuficientes e não alcançam parte da população excluída da proteção formal do emprego, além de empregados de micro, pequenas e médias empresas, pequenos produtores rurais e agricultores familiares.  Para o Dieese também não há medidas que diminuam o endividamento das famílias.

Então, o Dieese propõe, ao total, oito medidas para o sistema financeiro, são elas: 1) Suspensão temporária da cobrança de, pelo menos, três prestações mensais de empréstimos, seja via aplicativo do banco (APP) ou internet banking, sem necessidade de comparecimento às agências; 2) Criação de linhas de crédito com taxas de juros reduzidas e carência de seis meses para pagamento desses empréstimos, com garantia de emprego; 3) Isenção de tarifas para transferências eletrônicas; 4) Portabilidade do crédito entre bancos diferentes; 5) Disponibilização de cartões de débito virtuais, sem tarifa adicional; 6) Utilização de estruturas de bancos públicos e privados para o repasse de recursos e benefícios sociais; 7) Incentivo à agricultura familiar e garantia da segurança alimentar; e 8) Disponibilização de serviços online e chat, para orientar consumidores e clientes.

Na nota técnica, o Dieese reforça que as propostas foram formuladas entre os dias 18 e 20 de março em virtude da excepcionalidade da situação. Portanto, podem ser constantemente atualizadas, conforme necessidade.

No entanto, maior que os desafios na compra de insumos, contratação de médicos e adaptação dehospitais, é a coordenação das ações num país de dimensõescontinentais e enormes desigualdades regionais como o Brasil . Ao menos nessa área, além do Estado , podemos contar com a competênciada gestão dos sistemas privados de saúde .

O mesmo não ocorre com o mercado e a sociedade em geral, que ficam à mercê da desaceleração da atividade econômica , decorrente do fechamento do comércio, dasescolas, e do confinamento social .


 

Fonte: Sindsep-PE

 

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andrade@sintrafesc.org.br

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