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Empregados públicos seguem apreensivos com o desmonte da Conab

Já divulgamos que o ACT da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) 2018/2019 foi prorrogado pela 6º vez esta semana. O fato está gerando indignação entre as empregadas e os empregados públicos que temem por seus empregos e pela privatização da estatal.

Só em 2019, o governo Bolsonaro fechou 27 armazéns no Brasil e apesar de afirmar que não irá privatizar a empresa, segue desmontando sua estrutura, capacidade de intervenção e fomento de políticas que desenvolvam a circulação da produção agrícola no país. A Empresa tem um papel fundamental de combate à fome, no apoio a agricultura familiar, a pesquisa de tecnologias para a agricultura e no fomento do debate sobre responsabilidade ambiental no Campo.

As frentes de atuação da Conab incluem programas para pequeno e médio produtor, estipulação de preço mínimo e armazenagem; combate a carências alimentares e amparo a desassistidos; cuidado com a dieta da população brasileira e manutenção de estoques.

O governo alega que fechou os armazéns para ‘modernizar a Conab’, entretanto empregados públicos e produtores rurais o acusam de negligência política e mostram preocupação com soberania nacional. Apesar de o governo argumentar que o fechamento propiciará maior investimento nas regiões mais necessitadas, Norte e Nordeste não foram poupadas e também tiveram, juntas, sete armazéns encerrados.

Toda essa situação de insegurança se estabelece dentro de um contexto de desmonte dos serviços públicos e de aumento da pobreza no país.


  • Edição: Zeh Andrade

Fonte: Sintsef-CE/Condsef

 

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andrade@sintrafesc.org.br

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