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Servidores explicam porque não vão debater reforma administrativa com o governo

O funcionalismo definiu o convite para o debate como “uma armadilha do governo para dizer à opinião pública que está dialogando sobre pontos da reforma com todos os setores afetados, mas é tudo um teatro”, informa o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe)

 

Nessa quinta-feira, às 15h30, mesmo horário em que deveriam estar no Ministério da Economia, as entidades do Fonasefe vão explicar o motivo da recusa pelas redes sociais, no link https://us02web.zoom.us/j/84096407544?pwd=Z2ppZXRvUVRHWmhuM1l4YWpZNXpWZz09

Veja a nota do Fonasefe:

“O governo Bolsonaro quer aprovar a reforma administrativa, que acaba com os concursos públicos, a estabilidade no emprego dos servidores e amplia a privatização e terceirização dos serviços públicos. Está aberto o caminho para a destruição desses serviços. Para fazer isso, lançou a Proposta de Emenda Constitucional nº32 (PEC 32) sem nenhum diálogo com quem mais será afetado por essa reforma: a população e os próprios servidores públicos.

Agora que a PEC já está pronta para ser votada, chamou os dirigentes do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) para uma reunião no dia 05/11. O Fonasefe sabe que isso é uma armadilha do governo para dizer à opinião pública que está dialogando sobre pontos da Reforma com todos os setores afetados, mas é tudo um teatro.

O governo quer enfiar a reforma goela abaixo da sociedade brasileira. Por isso, o Fonasefe resolveu não comparecer à reunião de 05/11 com o governo e agendou uma entrevista coletiva para o mesmo dia no intuito de publicizar sua visão sobre todo este processo. Convocamos toda a imprensa, as entidades brasileiras, os movimentos sociais e a população em geral para que assista e participe com perguntas.”


 

Fonte: Vera Batista, Correio Braziliense

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