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As declarações do assessor especial do Ministério do Planejamento Arnaldo Lima Jr. destacadas na reportagem “Governo não vai aumentar quadros”, da edição de 6 de setembro de 2017 do Correio Braziliense, ensejam alguns contrapontos. O assessor especial afirma que “não há por que aumentar o quadro de pessoal do Governo Federal, que gira em torno de 650 mil servidores ativos”, uma vez que “o tamanho atual do governo está dentro do que consideramos ideal”. Mas tamanho ideal em relação ao quê?

O Ministério do Planejamento publicou nesta quarta-feira (13) portaria no "Diário Oficial da União" (DOU) para regulamentar o Programa de Demissão Voluntária (PDV), jornada reduzida e licença incentivada. A economia esperada com as medidas é de cerca de R$ 1 bilhão por ano. Segundo o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, o governo deve editar até o fim do mês proposta de reestruturação de carreiras dos servidores, além de aumento da alíquota de contribuição previdenciária de 11% para 14% e

O Fórum das Entidades Nacionais de Servidores Públicos Federais (Fonasefe) se reúne nessa sexta-feira, 22, na sede da Condsef/Fenadsef, em Brasília para discutir um calendário de ações e um trabalho de força tarefa no Congresso na próxima semana. Um dos objetivos é buscar impedir a aprovação, sem o devido debate, do PLS 116, projeto que propõe a demissão de servidores públicos com avaliação negativa de desempenho e que pode ser votado na semana que vem. Para a Condsef/Fenadsef o projeto

Foi regulamentado no dia 26 de julho de 2017, por meio da Medida Provisória - MP nº 792/2017, o PDV - Plano de Desligamento Voluntário, a Jornada Reduzida com Remuneração Proporcional e a Licença Incentivada sem Remuneração. Trata-se de mais uma medida tomada pelo Presidente (?) Michel Temer e sua equipe econômica para “enxugar” o Estado brasileiro. Em um contexto de deterioração da ordem democrática e avidez pela expansão do neoliberalismo após o “impeachment” de 2016, Michel Temer, além de sinalizar

  Leonardo Boff Articulista do JB on line e escritor   O que vivemos atualmente no Brasil não pode sequer ser chamado de democracia de baixíssima intensidade. Se tomarmos como referência mínima de uma democracia sua relação para com o povo, o portador originário do poder, então ela se nega a si mesma e se mostra como farsa.   Para as decisões que afetam profundamente o povo, não se discutiu com a sociedade civil, sequer se ouviram movimentos sociais e os corpos de saber especializado: o

  Historiadora Adriana Romeiro analisa em livro como as práticas ilícitas foram fundamentais à ascensão da elite nacional     Tema atual no cenário brasileiro, a corrupção, embora muitos queiram que pareça o contrário, não nasceu hoje. Tampouco é algo surgido há poucos anos ou décadas. O livro Corrupção e poder no Brasil - Uma história, séculos XVI a XVIII (Autêntica) traz dados e testemunhos relacionados ao tema que mostram não só como esse conceito era entendido no Brasil colonial mas também de que

  As afirmações listadas a seguir foram extraídas da vida real. Algumas nas ruas do interior do Brasil, outras nas cidades grandes, outras em discursos de políticos. Percepções diversas, vindas de pessoas com histórias diferentes, mas com um direcionamento em comum: a disseminação do discurso anti-indígena com argumentos mentirosos   Lilian Brandt Antropóloga e colaboradora da AXA   As afirmações listadas abaixo foram extraídas da vida real. Algumas nas ruas do interior do Brasil, outras nas cidades grandes, outras em discursos de políticos. Percepções diversas, vindas

  Leonardo Attuch Jornalista e editor-responsável pelo 247, além de colunista das revistas Istoé e Nordeste     Michel Temer não deixa de ter certa razão ao dizer que o Brasil vive momentos de realismo fantástico. Eis alguns exemplos: * A Polícia Federal e a procuradoria-geral da República apontam que a República Bananeira do Brasil é governada por uma quadrilha, chefiada por Temer e integrada pelos ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, e não se ouvem panelas. Detalhe: os desvios teriam somado R$ 587 milhões nos últimos

  Felipe Pena Jornalista, psicanalista e professor da UFF. Autor de 16 livros, é doutor em literatura pela PUC, com pós-doutorado em Semiologia da Imagem pela Sorbonne III. Foi diretor da Rede Globo e comentarista da GloboNews Os dias eram assim.   Entre o golpe contra Dilma, em 2016, e a derrocada de Temer, em 2017, as panelas voltaram para a cozinha, o pato amarelo desinflou na porta da FIESP e nenhuma camisa amarela foi vista em desfiles contra a corrupção pela Avenida Paulista, apesar

  Programa de reformas do ministro da Fazenda é voltado a 0,2% da população e agrava disparidades sociais e econômicas   Samuel Pinheiro Guimarães Samuel Pinheiro Guimarães foi Secretário Geral do Itamaraty (2003-2009) e Ministro de Assuntos Estratégicos (2009-2010)   O programa econômico do senhor Henrique Meirelles, atual ministro da Fazenda; ex-presidente do BankBoston entre 1996 e 1999 e do FleetBoston Financial; ex-presidente do Banco Central de 2003 a 2010, e, entre 2012 e 2016, presidente do Conselho de Administração da holding J&F, de Joesley Batista,