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STF rejeita pedido de suspensão da PEC que acaba com a estabilidade de servidores

Relator da ação proposta por grupo de parlamentares, Marco Aurélio Mello acolheu o argumento do presidente da Câmara e disse que “atuação prematura do Supremo” no Legislativo não se justifica

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, nesta terça-feira, pedido feito em ação para suspender a tramitação da PEC 32, da reforma administrativa, no Congresso Nacional. O mandado de segurança – do qual o ministro é relator – foi apresentado por integrantes da Frente Parlamentar em Defesa do Serviço Público.
Eles alegam a necessidade de se interromper o andamento da proposta enquanto o governo não abrir os dados que embasaram o projeto. 
O ministro Marco Aurélio afirmou “que não há transgressão ao processo legislativo de reforma da Constituição que justifique a atuação prematura do STF”. 
O magistrado frisou ainda “que não há transgressão ao processo legislativo de reforma da Constituição que justifique a atuação prematura do STF”. 
O mandado de segurança é assinado pelos deputados federais André Figueiredo (PDT-CE), Fábio Trad (PSD-MS), Professor Israel Batista (PV-DF), Paulo Teixeira (PT-SP) e Marcelo Freixo (PSOL-RJ) e pelos senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Weverton Rocha (PDT-MA). Todos são coordenadores da frente parlamentar.
O grupo aponta a falta de transparência por parte do Ministério da Economia, que não apresentou os dados de impacto orçamentário com a proposta, que acaba com a estabilidade no serviço público, dá fim a adicionais por tempo de serviço, licença-prêmio e outros benefícios.
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  • Capa: Marco Aurélio Mello declarou, em sua decisão, que não há motivo para “atuação prematura” do STF já que a PEC não está em tramitação/ Foto: Nelson Jr., SCO/STF

Fonte: Paloma Savedra, O Dia

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andrade@sintrafesc.org.br

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