Condsef/Fenadsef

O escândalo do Banco Master expõe algo muito maior: um sistema financeiro marcado por flexibilização excessiva, estruturas opacas e falhas graves de fiscalização.

No artigo “Master é a ponta do iceberg”, publicado no @jornalggn , Luís Nassif mostra como decisões do Banco Central, especialmente no período Roberto Campos Neto, e da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) abriram espaço para a "existência de um clima de ampla promiscuidade e de um ambiente caótico, sem fiscalização e sem regulação".

O resultado desse combo explosivo, aponta Nassif, é um mercado com bolhas, maquiagem contábil e risco invisível, sustentado por uma supervisão leniente e decisões regulatórias que priorizaram a liberalização sem contrapartidas.

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